Uma ocorrência de violência doméstica foi registrada na manhã de 22 de fevereiro de 2026, em uma chácara na zona rural de Água Clara. A polícia foi acionada depois que um solicitante encontrou grande quantidade de sangue no local e temeu uma tragédia.
Ao chegar à chácara, a guarnição encontrou um cenário alarmante. A porta estava aberta e havia sangue espalhado. O irmão da vítima, identificado como Marcelo, afirmou que a irmã, Marina, estava ferida em um dos cômodos. Marina emergiu coberta de sangue, apresentando lesões na cabeça e um corte na mão.
Marina acusou o irmão de tê-la agredido com um facão após uma discussão e de ter-lhe jogado uma cadeira. Marcelo, no entanto, apresentou outra versão: segundo ele, Marina, conhecida usuária de drogas, chegou à chácara em estado alterado e teria tentado agredi-lo.
A testemunha Joaquim, amiga de Marcelo, afirmou que a convivência entre os irmãos é tumultuada, mas que Marina é notoriamente violenta sob efeito de drogas. Ele relatou um incidente anterior em que Marina teria atacado o irmão com uma garrafa quebrada.
A polícia local já conhecia o histórico de Marina, descrita como agressiva e frequentemente envolvida em brigas nas ruas. Devido à gravidade dos ferimentos, Marina foi levada ao hospital, onde permanece internada sob cuidados médicos.
O caso continua em investigação pela Delegacia de Polícia Civil de Água Clara.